segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Set´ Dezembro de 2.007 para relebrar

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Novas Tecnologias para ajudar os Dj´s

Hoje em dia não há como resistir as novas tecnologias em qualquer área. Nem os cenário dos Dj's escapam.

Acompanhe esses videos do controlador eterno da Hercules.


Novo Set By Dj Charlinton

Ola Galera!!!!

Este novo set mixado neste mês de fevereiro traz novas músicas que estão bombando nas pistas de tudo o globo terrestre. Espero que gostem.

Playlist do Set:

1 - DJ Mark Farina - Dream Machine (JT Donaldson mix)
2 - DYAD10 - Sugar (Sweet Thing) (Tocadisco Remix)
3 - Jamie Lewis & Dj Pippi Feat. Kim Cooper - So Sexy ( Jamie Lewis Censured Mix)
4 - Noel Nanton - Your love (ian pooley's summertime mix)
5 - Sebastian Ingrosso And John Dalback - Lick My Deck(Extended Mix)
6 - Narcotic Thrust - Safe From Harm (Main Club Mix)
Tempo 32:07




Para fazer Downloads click aqui

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Dance Music Megamix 90's Flash House Trance

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Origem da House Music

A House Music nasceu em Chicago na primeira metade da década de 1980. A origem do nome se deu devido a esse novo estilo de dance music que surgia e começava a ser tocada no night club chamado Warehouse. Os frequentadores da casa iam às lojas de discos a procura das músicas que ouviam no club e pediam por "aquela música da Warehouse", até as lojas começarem a encurtar o nome de Warehouse Music, para apenas HOUSE. Muitos dizem que o House Music é uma vertente da disco music dos anos 70, pois foram estilos de música quase que contemporâneos. Frankie Knuckles é aclamado por muitos como o "pai" da House Music, ele que é um dos pioneiros deste gênero juntamente com outros nomes como Tony Humphries. Atualmente existem muitas sub-vertentes do house, tais como: Funky-House, Tech-House, Disco-House, Progressive-House, Electro-House, Acid House, Soulful House, Neo-Jazz-House entre outros.
O elemento comum de quase toda a "house music" é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos EUA e Reino Unido.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Mesa vira instrumento musical e facilita missão dos DJs


Reac Table, criada na Espanha, é apresentada na Campus Party. (14/02/2008)
Quando a cerimônia de abertura da Campus Party levou ao palco na segunda (11) a Reac Table, eram poucas as pessoas que já sabiam do que se tratava. A mesa com superfície azul sobre a qual eram movimentados objetos de plástico para criar música eletrônica fez até com que o ministro Gilberto Gil pegasse carona no show dos espanhóis Carlos Fernandez e Carlos Lopez, que vieram ao Campus Party demonstrar a tecnologia.
A Reac Table mistura câmeras, objetos de plástico, símbolos e softwares para oferecer um modo instintivo de criar música eletrônica. Sem regras e nomes complicados, basta que o usuário movimente peças de plástico sobre a superfície da mesa para gerar efeitos sonoros e criar desde distorções até seqüências de baterias. Confira um vídeo da Reac Table.


Uma câmera posicionada na parte inferior da mesa grava os movimentos realizados na superfície e envia as informações para um computador que codifica os dados e transforma a seqüência em música. O segredo está nos símbolos de cada objeto colocado sobre a Reac Table.
Um cubo grande, por exemplo, é o gerador de som. Ao seu redor podem ser colocadas peças menores para interferir nas ondas sonoras – distorcendo e amplificando o som, por exemplo. O computador identifica qual ícone está em ação na mesa e reproduz o efeito desejado.
No palco com Björk
Criado pelo professor Sergi Jordà, da Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, a Reac Table tem cinco anos de vida e ainda é um protótipo, mas pode começar a ser comercializada no final de 2008. “É uma coisa que não tem preço”, diz Carlos Lopez, músico que faz shows com a mesa em casas noturnas da Espanha e países vizinhos. Carlos Fernandez, estudante responsável por criar novas linhas de pesquisa baseada na tecnologia, conta que Björk é a única pessoa que tem a mesa. Segundo ele, a cantora utilizou o instrumento em sua última turnê.
A Reac Table não exige número mínimo ou máximo de participantes, e nem conhecimento teórico de música. Basta seguir a intuição, obervando as linhas que se formam na mesa, os ícones de cada objeto e a interação entre todas as peças na mesa. “Não existem regras, vale a criatividade”, diz Carlos Lopez, músico que faz shows com a mesa em casas noturnas da Espanha e países vizinhos.
Carlos Fernandez, estudante responsável por criar novas linhas de pesquisa baseada na tecnologia, conta que Björk é a única pessoa que tem a mesa. Segundo ele, a cantora utilizou o instrumento em sua última turnê. Evento
Os participantes do Campus Party começaram a chegar ao local do evento na segunda-feira, carregando suas mochilas, malas e as bagagens principais (monitores, computadores, joysticks, fones de ouvido, toca-MP3). Cerca de três mil pessoas se inscreveram na primeira edição brasileira do evento, criado há dez anos na Espanha e que é referência para os "geeks" (fãs de tecnologia) no verão Europeu.
Os visitantes inscritos, que podem levar computador e ficar acampados em barracas disponibilizadas pela organização do evento, participam de competições de games, oficinas de astronomia e música e palestras sobre software livre e internet. Há 900 barracas no prédio e seus "moradores" poderão levá-las para casa.
Para sua estréia no Brasil, o evento foi dividido em duas partes: exposição e arena. A exposição é aberta ao público e terá palestras, mas não dá acesso à arena, onde o evento realmente "acontece". É na arena que fica o participante que se inscreveu pelo site do evento e pagou a taxa de R$ 100. Ele pode acampar na Bienal durante a semana, levando computador e itens pessoais para "sobreviver" entre as atividades e competições on-line. Campus Party Brasil
Local: Prédio da Bienal - Parque do Ibirapuera, São Paulo / SPData: até 17/02Inscrições: www.campus-party.com.brPreço: R$ 100, com direito a acampamento durante a semana. A entrada é gratuita para a área de exposições.

Fonte: RadioDj

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Satoshi Tomiie - Solar Wind [12'']

Artist: Satoshi Tomiie
Title: Solar Wind
Label: Saw Recordings
Date: Dec-20-2007
Source: 12" Vinyl
.
1. Solar Wind
2. Solar Wind [DJ Yellow's Intermission Remix]
3. Solar Wind [Luca Bacchetti Remix]
......Download......

04 January 2008

Renaissance: The Mix Collection, Vol. 2



Artist: John Digweed
Title: Renaissance: The Mix Collection part. 2
Label: Renaissance
Genre: Deep House/Club
Street Date: 1995
Source: CDDA
Quality: CBR^192 kbps / 44,1kHz / Joint Stereo
Size: 307 Mb

CD1:

  1. Futher Out feat. Holly Higgins - Another Love [F.O.S. Paradise Dub]
  2. Daphne - Change [F.O.S. Sunset Vocal Mix]
  3. Shanna - Your Love [F.O.S. Pyramid Vocal Mix]
  4. J.T. Company - Feel It (In The Air) [Joe T Vannelli Evolution Dubby Mix]
  5. Floppy Sounds - UltraSong [Studio A Remix]
  6. Judy Cheeks - So In Love [Sasha Qat Mix]
  7. Justine - Want Me Love Me [F.O.S. Love Guitar Remix]
  8. Moby - Into the Blue [Buzz Boys Main Room Mayhem Mix]
  9. Dum Dum - One Earth Beat [Rhythm of Life Mix]
  10. Dum Dum - One Earth Beat [Dream of Life Mix]
  11. Rising High Collective - Tangled In My Thoughts [Hard Floor Mix]
  12. P.O.B. - The Essence [Clanger Remix]

CD2:

  1. Marco Polo - A Prayer to the Music [John Digweed & Nick Muir's Northern Exposure Mix]
  2. Libra; Taylor - Anomaly (Calling Your Name)
  3. Blue Amazon - Four Seasons
  4. Noo Tropic - I see Only You [Noo Tropic Mix]
  5. Fluke - Bullet (Atlas Space Odyssey)
  6. Castle Trancelott - Indoctrinate
  7. Zenith Nadir - My Odyssey
  8. Future Funk - The Future Funk EP
  9. Dr Atomic - Schuderlfloss [High On Hedonism Mix]
  10. Peter Lazonby - Sacred Cycles [Jens M & Gary D Mix]
  11. Peter Lazonby - Sacred Cycles [Original Mix]
  12. Atlas - Compass Error [North Mix]

CD3:

  1. LaTour - Blue [Harmes Trance Mix]
  2. Underground Sound of Lisbon - Dance With Me [Original Mix]
  3. Opus III - Hand In Hand (Looking for Sweet Inspiration) [Perfecto Mix]
  4. Tony Moran - Same Sun, Same Sky [Red Sun Mix]
  5. Quiver - Twist & Shout
  6. Clino - Horizon (Spectralized)
  7. Moby - Move [Dj Kid Paul Mix]
  8. Judy Cheeks - Reach [Quiver Dub]
  9. Zee - Dreamtime [Vocal Mix]
  10. Angel Moraes - Heaven Knows (I Can't Understand) [Galvatron Dub]
  11. Blue Amazon - No Other Love
  12. Robert Miles - Children [Sasha Remix]
  13. L'Homme Van Renn - The (Real) Love Thang [Northern Frontier Mix]

This is the second mix compilation for Renaissance Uk released in 1995. Digweed compiled this one too but this time without Sasha. Some tracks have not aged too well but the memories are priceless. Enjoy!

Rapidshare Download....part1../..part2../..part3../..part4

Pioneer anuncia lançamento: CDJ 400






E a Pioneer continua descendo a ladeira com lançamentos consecutivos. Depois do DJM-700 e do SVM-1000, chegou a vez do CDJ-400, que foi apresentado ao público semana passada, durante o evento BPM, na Inglaterra.
Basicamente uma evolução dos CDJ-100 e CDJ-200, desta vez o CD player da série econômica trouxe duas inovações à série: uma porta USB e um jog wheel com função de scratch. Apesar da alcunha “CDJ” no nome, o CDJ-400 se posiciona como “deck digital”. Ele pode ser espetado na USB de um computador e ser usado como controlador midi para o programa Pioneer DJS e o Serato Scratch Live, entre outros.
Continue lendo para saber mais, assistir a um vídeo do pessoal do site Skratchworx, ver fotos e uma rápida análise pra saber se a brincadeira vale à pena.


E o CDJ mais econômico encostou no mais caro

Pode parecer bobagem, mas adicionar capacidades de scratch em um CDJ econômico é um passo importante na indústria de equipamentos.

Em 2001, quando do surgimento do CDJ-1000, o aparelho assombrava com a capacidade de fazer scratches usando os tradicionais CDs. Era e sempre foi a assinatura do aparelho. Tivemos o CDJ-800, mas este não vingou, por ser apenas uma versão econômica com uma diferença de preço muito baixa ao ponto de não justificar.

Agora, ao ofecer scratch no modelo mais básico, a Pioneer vai forçar uma forte mudança no mercado de aparelhos de CD players para DJs. Graças aos simuladores de vinil e controladores midi e a mudança na forma de consumir música, o CD está agonizando, e é preciso oferecer mais recursos por um preço melhor para sobreviver.

A tendência é que agora função de scratch seja obrigatória em qualquer aparelho, além de oferecer portas USB, que fazem do CDJ um mero controlador quando utilizada.
A concorrência que se cuide. Como diria Jack, O Matador, “todo mundo aqui vai dançar”.

Neste momento, contudo, várias perguntas ficam sem resposta. O que vai acontecer com o CDJ-200? Ainda existe uma demanda fortíssima pelo CDJ-100, que por mais simples que seja, dá conta de boa parte do mercado. Afinal, se o negócio é realmente tocar CDs, o resto é apenas adicionais.

E aí que mora o perigo pra Pioneer. O CDJ-200 começa a ampliar sua base agora, com muitos descobrindo a maravilha que é tocar com um CD-R repleto de arquivos mp3, e acabando com o troca-troca de mídias, a coisa que mais irrita qualquer DJ — mesmo os mais ágeis, já habituados com a rotina de trocar de disco a cada música, quando se toca com vinil, usam de estratégias de organização de seus cases para não perderem mixes por não conseguir achar uma música específica.






Mas será que o danado é bom mesmo pra scratch?

Sem dúvida, o grande atrativo mesmo é a funcionalidade de scratch. O pessoal do Skratchworx (sempre eles) invadiu o stand da Pionner no evento BPM, e meteu a mão na massa pra ver se o deck é bom. Eles gravaram um vídeo rapidamente com as manobras mais tradicionais, e o resultado, você confere no vídeo ao lado, com comentários em inglês.

A moral da história: ele é realmente bom pra fazer scratches? Sim. Ele é. Mas com a velha ressalva de sempre: se o seu negócio é scratch mesmo, de verdade, o CDJ-400 é apenas mais um excelente brinquedo.

Com seu jog wheel muito pequeno, assim como em controladores midi e todas as outras tentativas, você pode fazer algumas manobras mais básicas, mas nada muito avançado. É difícil sair de um discão de vinil de 12 polegadas para meter a mão em um disquinho de plástico de poucas polegadas de largura, a agilidade não é a mesma, é preciso muita adaptação por parte do DJ.

Porém, se suas intenções nunca foram de tornar um DJ Q-Bert, pode cair dentro do CDJ-400 no que depender das capacidades de scratch. É realmente bem legal se considerarmos que este aparelho é voltado para orçamentos mais modestos que não podem encarar o já lendário CDJ-1000.

O veredito: vamos esperar pegar um em mãos pra ver, mas…




Eu acredito que este modelo vai ser, assim como os simuladores de vinil, um aparelho ideal para a transição de quem não tem muita intimidade com tecnologia. O lance da porta USB parece apetitoso, mas só que é apenas um quebra galho pra tocar uma musiquinha ou outra. Se você quisesse fazer um set inteiro só com arquivos digitais, precisaria de dois pen-drives com as mesmas músicas em cada.



Tem que ter muito cuidado e fazer as contas antes de mais nada. Hoje um CDJ-200 sai na casa dos 1.200 reais, eu chuto que este CDJ-400 vá ficar na casa dos 1.500. Some um mixer básico como o Behringer VMX-300, cerca de 500 reais, e dois dois pen drives de 8 GB, de 200 reais cada, e chegamos a 3.900 reais. E sim, você ainda vai precisar de uma placa de som, pois pelo que eu entendi, este aparelho é apenas controlador, sem disponibilizar áudio.



Por esse preço você pode comprar um laptop de segunda mão com potência de sobra para rodar qualquer programa de DJing (basta ter 512 MB de RAM, 1GB sendo o ideal), e um M-Audio Xponent.



Enfim, o negócio é esperar pra ver. Eu acho legal o que a Pioneer vem fazendo, adotando midi de maneira sutil com todos os seus aparelhos atuais. Como eu sempre digo aqui, ela já está metida com o software, o Pioneer DVS, então falta apenas debutar no mercado de controladores. Porém, parece que está faltando algum pulo do gato. Vamos aguardar 2008.




O CDJ-400 visto de perfil: design fiel aos modelos anteriores, mas ainda achamos o CDJ-200 mais bonitinho…



Para saber mais e conferir mais vídeos e fotos em alta resolução, acesse:
DJ Sounds - Site da Pioneer com demos e vídeos
Pioneer - Site oficial

Aqui você curte o que há de melhor na cena house do mundo todo.